sentada no chão do banheiro
com lágrimas nos olhos
E sangue nos pulsos
Ela procura uma saída
Ela tenta enxergar em seus olhos embaçados
Uma maneira de sorrir novamente
De poder viver sem a dor e o ódio
Sua alma está decaída sobre ela
E ao passar os dias
Ela se sente como se estivesse em um buraco negro
Que não pudesse ver a luz pois só há escuridão
Ela tenta sair da escuridão
Ela tenta sair da depressão
Mas a única opção foi ter faca numa mão e seu corpo em um caixão.
Eduarda Lopes
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